Demandas trabalhistas de farmacêuticos do Lacen-PI são discutidas em reunião

Reuniram-se nesta semana a diretoria do Sinfarpi e farmacêuticos do Laboratório Central de Saúde Pública do Piauí Dr. Costa Alvarenga (Lacen-PI) para discutir exigências trabalhistas levantadas pelos profissionais de Farmácia servidores da instituição. Dentre os pontos debatidos estava insalubridade, cumprimento do PCCS e produtividade.

A primeira pauta abordada foi referente o adicional de insalubridade recebido pelos profissionais. Conforme perícia realizada pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), serviço vinculado à Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi), todos os farmacêuticos do Lacen-PI estão expostos a atividades insalubres entre nível médio e alto, entretanto a maioria recebe adicional defasado.“De acordo com a lei, o profissional que atua no médio tem que perceber 20% de adicional na sua remuneração e quem atua no nível caracterizado como nível alto tem que perceber na sua remuneração 40%, mas desde de 2012, houve aumento salarial e não houve reajuste no adicional que já está entrando em defasagem”, esclareceu o presidente do Sinfarpi, Jeorgio Leão.

Outro tópico discutido foi o cumprimento da lei estadual que trata do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para servidores do Estado, cuja avaliação, promoção e progressão que compete aos profissionais não ocorre há dois anos. Os farmacêuticos também reclamam do aumento da demanda de serviços que se contrapõe à remuneração da produtividade reduzida.

A diretoria do sindicato garantiu que prestará todo apoio aos profissionais, inclusive jurídico – caso seja necessário – mediando e exigindo um posicionamento do Governo do Estado, especialmente no que diz respeito ao cumprimento das questões asseguradas em legislação.

 

Foto: Sesapi

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